Semana de 5 a 12 de janeiro de 2018
O
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texto abaixo também nos foi passado numa aula de Redação do Prof° Acácio Scos. Também inspirado no acontecimento, fizemos a “tradução” em versos logo a seguir.
Homem morre em escritório e ninguém nota por 5 dias
Homem morre no escritório e ninguém nota por
5 dias.
06/09/2011
tags: George Turklebaum, mortes súbitas
Os gerentes de uma Editora novaiorquina estão
tentando descobrir, porque ninguém notou que um dos seus empregados estava
morto, sentado à sua mesa há cinco dias. George Turklebaum, 51 anos, que
trabalhava como Verificador de Texto numa firma de Nova Iorque há 30 anos,
sofreu um ataque cardíaco no andar onde trabalhava (open space, sem
divisórias) com outros 23 funcionários.
Ele morreu tranquilamente na segunda-feira, mas ninguém notou até ao sábado seguinte pela manhã, quando um funcionário da limpeza o questionou, porque ainda estava a trabalhar no fim de semana. O seu chefe, Elliot Wachiaski, disse:
‘O George era sempre o primeiro a chegar todos os dias e o último a sair no final do expediente, ninguém achou estranho que ele estivesse na mesma posição o tempo todo e não dissesse nada. Ele estava sempre envolvido no seu trabalho e fazia-o muito sozinho.’
A autópsia revelou que ele estava morto há cinco dias, depois de um ataque cardíaco.
Ele morreu tranquilamente na segunda-feira, mas ninguém notou até ao sábado seguinte pela manhã, quando um funcionário da limpeza o questionou, porque ainda estava a trabalhar no fim de semana. O seu chefe, Elliot Wachiaski, disse:
‘O George era sempre o primeiro a chegar todos os dias e o último a sair no final do expediente, ninguém achou estranho que ele estivesse na mesma posição o tempo todo e não dissesse nada. Ele estava sempre envolvido no seu trabalho e fazia-o muito sozinho.’
A autópsia revelou que ele estava morto há cinco dias, depois de um ataque cardíaco.
(jornaloexpresso.com).
Poeta
Paulo Ferreira da Rocha Filho
(Quatro vezes aprovado em Concurso Nacional Novos Poetas do Brasil).
Homem morre em escritório e ninguém nota por 5 dias
(inspirado em texto homônimo do blog jornaloexpresso.com)
I
Homem bom, exercendo sua contumaz labuta
Sustentando sua família em zelosa conduta
Muito responsável – funcionário exemplar
Difícil acreditar em seu último suspirar
II
Porque era o primeiro a chegar e o último a sair
Vestia a camisa da empresa – nunca pensou em fugir
Trabalhava de coração – morreu do coração
Seu emprego, segunda casa – fraterna ligação
III
Sério, circunspecto, muito compenetrado
Atuava o dia inteiro – muito isolado
Lacônico – homem de poucas palavras
Impossível acreditar que a vida o abandonara
IV
Morreu trabalhando, morreu honestamente
Viveu para si e para a família decentemente
Cinco dias imóvel – somente um inerte corpo
Era verdade – Geoarge estava morto
V
A editora foi cenário de independência e morte
Trilha correta da vida – seu rumo, seu norte
Morreu mas deixou uma lição
De viver com muita dedicação.

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