Semana de 10 a 17 de abril de 2015
Fábulas de Esopo:
O Jardineiro e o cão
Um jardineiro desceu ao fundo de um
poço para tirar seu cão que caíra lá dentro. Pensando que seu dono descera para
enterrá-lo ainda mais, o cão voltou-se contra ele e mordeu-o.
O jardineiro saiu do poço lamentando
sua dor: “Bem empregado. Quem mandou-me querer tirar do aperto quem lá se meteu voluntariamente?”
Ecologia:
Use lenços de algodão
Os lenços chegaram à Europa no
século XV, levados pelos navegadores que descobriram as rotas marítimas para o
Oriente. No Século XVI, tornaram-se um item indispensável para os que estavam
em dia com a moda. Originalmente destinados a serem usados na cabeça, passaram
a ser carregados na mão por damas e cavalheiros. Uma das primeiras pessoas a
sugerir que fossem usados para assoar o nariz
foi o pensador holandês Erasmo de Roterdam, e, até o Século XX, os
lenços foram diversificando suas funções. Há lenços de cabeça, lenços para usar
na lapela, lenços de bolso e os modernos lenços de papel. Estes são alvejados e
produzem dioxina – um produto associado ao cloro, bastante prejudicial ao meio
ambiente.
(Como
defender a Ecologia – Tudo o que
você pode fazer para salvar o Meio Ambiente - Editora Nova Cultural).
1) Sonho de
um monista
- Augusto dos Anjos –
2) Foz do
Iguaçu agradece ao Dr. José Elias
Aiex Neto
- Paulo Ferreira –
1) Sonho de um monista
- Augusto dos Anjos –
Eu
e o esqueleto esquálido de Ésquilo
Viajávamos,
com uma ânsia sibarita,
Por
toda a pró-dinâmica infinita,
Na
inconsciência de um zoófito tranqüilo.
A
verdade espantosa do Protilo
Me
aterrava, mas dentro da alma aflita
Via
Deus – essa mônada esquisita –
Coordenando
e animando tudo aquilo!
E
eu bendizia, com o esqueleto ao lado,
Na
guturalidade do meu brado,
Alheio
ao velho cálculo dos dias,
Como
um pagão no altar de Proserpina,
A
energia intracósmica divina
Que
é o pai e é a mãe das outras energias!